Síndrome do pânico

A síndrome do pânico é um transtorno de ansiedade marcado por crises súbitas e intensas de medo, que surgem de repente e atingem o pico em poucos minutos. Durante a crise, o corpo entra em “modo de alerta” e podem aparecer sintomas como coração acelerado, falta de ar, tremores, suor, tontura, sensação de desmaio, aperto no peito, náuseas e formigamentos. Muitas pessoas sentem medo de morrer, de ter um infarto ou de “perder o controle”, mesmo sem um perigo real naquele momento.

Depois das crises, é comum surgir a ansiedade antecipatória: a pessoa começa a ter medo de ter outra crise e passa a evitar lugares e situações, o que pode limitar a rotina. A síndrome do pânico tem tratamento e melhora de forma consistente com acompanhamento profissional, geralmente com psicoterapia e, quando necessário, medicação. Se as crises são frequentes ou estão atrapalhando sua vida, buscar avaliação é o passo mais seguro. Se houver dor no peito forte, desmaio ou falta de ar intensa, procure atendimento imediato para descartar outras causas.

Clínica de Cardiologia e Psiquiatria

A Oncore oferece suporte no diagnóstico e no tratamento da síndrome do pânico, com uma abordagem cuidadosa para identificar as crises, entender gatilhos e diferenciar sintomas de ansiedade de outras condições que podem se parecer, como alterações cardíacas e hormonais. A avaliação é individualizada e considera histórico clínico, padrão das crises, sono, estresse e hábitos, para direcionar o cuidado mais seguro. Com o diagnóstico bem definido, a equipe orienta um plano completo que pode incluir acompanhamento terapêutico, estratégias práticas para controle das crises e tratamento médico quando indicado, com monitoramento contínuo para reduzir recorrência e devolver segurança e qualidade de vida.

SINTOMAS

Os sintomas da síndrome do pânico aparecem em crises súbitas e intensas, que começam de repente e atingem o pico em poucos minutos. Durante a crise, é comum sentir coração acelerado ou batimentos fortes, falta de ar ou sensação de sufoco, aperto no peito, tremores, suor, tontura, fraqueza, formigamentos, náuseas e sensação de “corpo fora do controle”. Muitas pessoas relatam medo intenso de morrer, de ter um infarto, de desmaiar ou de “enlouquecer”, mesmo sem um perigo real naquele momento.

Depois das crises, pode surgir um medo constante de ter outra crise, com ansiedade antecipatória, evitando lugares e situações. Se as crises são frequentes, atrapalham a rotina ou vêm acompanhadas de dor no peito persistente, desmaio ou falta de ar importante, é essencial buscar avaliação profissional para diagnóstico e tratamento adequados.

TRATAMENTOS

O tratamento da síndrome do pânico tem como objetivo controlar as crises, reduzir o medo de que elas voltem e recuperar a liberdade na rotina. A base mais eficaz costuma ser a psicoterapia, especialmente a terapia cognitivo-comportamental, que ensina a reconhecer os sinais da crise, interromper o ciclo de “medo do medo”, trabalhar pensamentos catastróficos e retomar situações evitadas de forma gradual e segura. Técnicas de respiração, manejo do corpo e treino de exposição ajudam o cérebro a entender que os sintomas são desconfortáveis, mas não perigosos.

Quando as crises são frequentes, intensas ou causam grande prejuízo, o médico pode indicar medicação para estabilizar o quadro, sempre com acompanhamento para ajustar dose e avaliar resposta. Além disso, hábitos fazem diferença: regular sono, reduzir cafeína e estimulantes, evitar álcool em excesso, praticar atividade física e controlar estresse diminuem a chance de novas crises. Com tratamento adequado e constância, a síndrome do pânico melhora de forma consistente e a pessoa volta a ter segurança no dia a dia.

PRINCIPAIS EXAMES

Na síndrome/transtorno do pânico, o diagnóstico é principalmente clínico (história das crises + padrão dos sintomas). Os exames entram para descartar causas físicas que podem “imitar” crise de pânico (ou coexistir).

Principais exames solicitados na prática

  • Avaliação clínica + exame físico (primeiro passo).

  • Eletrocardiograma (ECG): quando há palpitações, dor no peito, sensação de falta de ar ou para excluir arritmias/causas cardíacas.

  • Exames de sangue, especialmente:

    • Função da tireoide (TSH ± T4) (tireoide pode causar taquicardia, tremor e ansiedade).

    • Hemograma (ex.: anemia).

    • Glicose e eletrólitos (distúrbios metabólicos podem dar sintomas parecidos).

Exames que podem ser pedidos em casos selecionados

  • Triagem de substâncias (urina/toxicológico), se houver suspeita de estimulantes/drogas/medicações contribuindo.

  • Holter (monitorização do ritmo), se os episódios são intermitentes e não aparecem no ECG.

  • Outros exames conforme o contexto clínico.

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