Pericardite

A pericardite é a inflamação do pericárdio, a membrana que envolve e protege o coração. Ela costuma causar dor no peito em pontada ou aperto, que geralmente piora ao respirar fundo, tossir ou deitar e pode melhorar ao sentar e inclinar o corpo para frente. Em muitos casos aparece após uma infecção viral, mas também pode estar ligada a outras causas, como doenças autoimunes, pós-infarto, trauma e, em situações específicas, infecções como tuberculose.

O diagnóstico é feito com avaliação médica e exames como eletrocardiograma e ecocardiograma, para verificar inflamação e se há derrame pericárdico (acúmulo de líquido ao redor do coração). O tratamento varia conforme a causa e a gravidade, mas frequentemente envolve anti-inflamatórios, repouso e, em muitos protocolos, colchicina para reduzir o risco de recorrência.

Clínica de Cardiologia e Psiquiatria

A Oncore é referência em Penápolis-SP no diagnóstico e no acompanhamento de pericardite, com uma avaliação criteriosa para identificar a causa da inflamação e diferenciar pericardite de outras condições que também causam dor no peito. Com exames direcionados, como eletrocardiograma e ecocardiograma, a equipe confirma o diagnóstico, avalia a presença de líquido ao redor do coração e define o tratamento mais seguro para cada paciente. O cuidado é individualizado e contínuo, com foco em aliviar sintomas, reduzir risco de recorrência e prevenir complicações.

SINTOMAS

Os sintomas de pericardite costumam começar com uma dor no peito que muita gente descreve como pontada, queimação ou pressão, geralmente no centro ou lado esquerdo do tórax. Um detalhe típico é que essa dor pode piorar ao respirar fundo, tossir, espirrar ou deitar, e melhorar quando a pessoa senta e inclina o tronco para frente. Também podem aparecer falta de ar, principalmente ao deitar, cansaço, palpitações e mal-estar. Em alguns casos, há febre baixa e dores no corpo, especialmente quando a causa é infecciosa.

Sinais de alerta como falta de ar intensa, desmaio, dor no peito forte e persistente ou piora rápida do estado geral precisam de avaliação imediata, porque podem indicar complicações ou outra condição grave.

TRATAMENTOS

O tratamento da pericardite depende da causa e da gravidade, mas na maioria dos casos o foco é reduzir a inflamação, aliviar a dor e evitar recorrências. Quando não há sinais de alto risco, costuma-se tratar com anti-inflamatórios (como aspirina ou AINEs) associados à colchicina, além de repouso e restrição de esforço físico por um período, com acompanhamento clínico e, muitas vezes, ecocardiograma para garantir que não há acúmulo importante de líquido ao redor do coração.

Quando existe suspeita de causa específica (por exemplo, autoimune, pós-infarto, infecção), o tratamento é direcionado para a origem. Corticoides costumam ficar para situações selecionadas (como contraindicação aos anti-inflamatórios/colchicina e após excluir causa infecciosa), porque podem aumentar risco de recorrência.

Já nos quadros com sinais de gravidade — como derrame pericárdico importante, tamponamento, febre alta, piora rápida, dor intensa persistente ou instabilidade — pode ser necessária internação e, em alguns casos, drenagem do líquido e terapias específicas.

PRINCIPAIS EXAMES

Avaliação clínica + exame físico (ausculta)
O médico avalia o padrão da dor, sinais associados e pode identificar alterações no som do coração, o que direciona a investigação.

Eletrocardiograma (ECG)
É um dos exames mais importantes para registrar alterações típicas e ajudar a diferenciar pericardite de outras causas de dor no peito.

Exames de sangue
Usados para checar inflamação/infecção e também para avaliar marcadores de lesão cardíaca (quando necessário, para descartar infarto ou miopericardite).

Ecocardiograma (com Doppler)
Fundamental para ver se existe derrame pericárdico, estimar volume e avaliar efeitos hemodinâmicos (como sinais de tamponamento).

Raio-X de tórax
Ajuda a avaliar coração e pulmões e pode sugerir derrame importante (quando há aumento do “tamanho” aparente do coração).

Ressonância cardíaca (CMR) e/ou Tomografia (TC)
Em casos selecionados, ajudam a confirmar inflamação, esclarecer situações recorrentes/atípicas e avaliar complicações.

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R. Santa Clara, 329 – Centro, Penápolis – SP, 16300-047

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