Fibrilação atrial
A fibrilação atrial é uma arritmia em que os átrios, que são as câmaras superiores do coração, passam a bater de forma rápida e desorganizada. Com isso, o pulso pode ficar irregular, o coração perde eficiência para bombear o sangue e podem surgir sintomas como palpitações, falta de ar, cansaço, tontura e queda de rendimento aos esforços. Em algumas pessoas, porém, ela é silenciosa e só aparece em exames de rotina.
O principal cuidado com a fibrilação atrial é o risco de formação de coágulos dentro do coração, que podem viajar e causar AVC. Por isso, além de controlar os sintomas, o tratamento costuma focar em prevenir trombos, o que pode incluir medicações para “afinar o sangue” quando indicado. Também podem ser usados remédios para controlar a frequência ou para tentar regularizar o ritmo, e em casos selecionados procedimentos como cardioversão e ablação.
Palpitação forte e persistente, falta de ar importante, dor no peito, desmaio ou sinais neurológicos como fraqueza de um lado do corpo e fala enrolada são sinais de alerta e exigem avaliação imediata.
Clínica de Cardiologia e Psiquiatria
A Oncore é referência em Penápolis-SP no diagnóstico e no tratamento da fibrilação atrial, com uma abordagem completa para identificar a arritmia com precisão e reduzir seus riscos, especialmente o de AVC. A partir de uma avaliação clínica criteriosa e exames como eletrocardiograma e monitorização do ritmo quando indicada, a equipe define o melhor plano para cada paciente, combinando controle dos sintomas, ajuste de frequência ou ritmo e prevenção de coágulos quando necessário. O foco da Oncore é oferecer acompanhamento contínuo e seguro, com decisões personalizadas para proteger o coração e melhorar a qualidade de vida.
SINTOMAS
Os sintomas da fibrilação atrial podem variar bastante: algumas pessoas sentem tudo, outras não sentem nada e descobrem em um exame de rotina. Quando aparecem, o mais comum é a sensação de coração “batendo diferente”, com palpitações, pulso irregular ou batimentos acelerados. Também podem surgir falta de ar, cansaço fora do habitual, queda do rendimento aos esforços, sensação de fraqueza, tontura e mal-estar. Em alguns casos, a pessoa percebe aperto no peito, ansiedade e dificuldade para dormir por causa do ritmo descompassado.
Sinais de alerta como falta de ar intensa, dor no peito, desmaio ou sintomas neurológicos súbitos, fraqueza em um lado do corpo, fala enrolada, alteração de visão, exigem avaliação imediata, porque a fibrilação atrial aumenta o risco de formação de coágulos e AVC.
TRATAMENTOS
O tratamento da fibrilação atrial é definido conforme sintomas, duração das crises e risco de complicações, mas sempre segue três pilares: prevenir AVC, controlar os batimentos e tratar a causa/gatilhos. O primeiro ponto é a prevenção de coágulos, porque a fibrilação atrial pode favorecer trombos no coração e aumentar o risco de AVC; por isso, o médico faz uma avaliação individual de risco para decidir se há indicação de anticoagulante e qual a melhor opção.
Em paralelo, pode ser necessário controlar a frequência cardíaca, usando medicações que ajudam a “desacelerar” o coração e melhorar falta de ar, cansaço e palpitações. Em muitos pacientes, também se considera o controle do ritmo, tentando restaurar e manter o ritmo normal, com estratégias como cardioversão, medicamentos antiarrítmicos e, em casos selecionados, ablação por cateter, especialmente quando há sintomas importantes ou falha do tratamento medicamentoso.
Além disso, tratar fatores associados faz grande diferença no controle das crises: ajustar pressão alta, diabetes, peso, reduzir álcool, revisar estimulantes e investigar apneia do sono quando há suspeita. Para quem não pode usar anticoagulante por contraindicação, pode existir alternativa como o fechamento do apêndice atrial esquerdo, conforme indicação especializada.
PRINCIPAIS EXAMES
Os principais exames para diagnosticar e avaliar fibrilação atrial são aqueles que registram o ritmo e investigam causas e repercussões no coração:
Eletrocardiograma (ECG): é o exame central para confirmar a arritmia, porque registra o ritmo irregular.
Monitorização do ritmo (Holter/monitor de eventos/patch/loop): indicado quando a arritmia “vai e volta” e não aparece no ECG do consultório; registra o coração por 24–48h ou por períodos mais longos.
Ecocardiograma: avalia estrutura e função do coração (câmaras, valvas, função ventricular) e ajuda a direcionar o tratamento.
Exames de sangue: ajudam a investigar fatores que podem desencadear/piorar arritmias (ex.: tireoide, eletrólitos, função renal) e a checar segurança do tratamento.
Raio-X de tórax (em alguns casos): usado para avaliar outras condições associadas (como alterações pulmonares/cardiacas) conforme a queixa e exame clínico.
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