Risco cardiovascular em diabetes

O diabetes aumenta de forma importante o risco cardiovascular porque o excesso de glicose ao longo do tempo provoca inflamação e danos na parede dos vasos, facilitando a aterosclerose (formação de placas) e acelerando o “entupimento” das artérias. Por isso, pessoas com diabetes têm maior chance de infarto, AVC e doença arterial periférica, muitas vezes com sintomas mais discretos, o que exige atenção redobrada à prevenção. O cuidado mais eficaz envolve controle conjunto de glicemia, pressão arterial e colesterol (especialmente LDL), além de parar de fumar, manter peso saudável, praticar atividade física e acompanhar rins e coração com exames quando indicados. Em muitos casos, o médico também define metas mais rigorosas e pode indicar medicações que, além de controlar o diabetes, ajudam a proteger o coração e os vasos.

Clínica de Cardiologia e Psiquiatria

A Oncore é referência em Penápolis-SP na avaliação, diagnóstico e acompanhamento do risco cardiovascular em pessoas com diabetes, com foco em prevenção e proteção do coração e dos vasos. A partir de uma avaliação clínica criteriosa e exames direcionados, a equipe identifica precocemente sinais de aterosclerose e outros fatores que aumentam o risco, como pressão alta, colesterol elevado e alterações renais. Com isso, define metas mais seguras e um plano de tratamento individualizado, unindo orientação de hábitos, acompanhamento contínuo e terapias quando necessárias para reduzir o risco de infarto e AVC e melhorar a qualidade de vida a longo prazo.

SINTOMAS

No diabetes, o risco cardiovascular pode evoluir de forma silenciosa por muito tempo, porque a aterosclerose (placas nas artérias) pode avançar sem dar sinais claros. Quando os sintomas aparecem, eles podem ser mais “discretos” e até parecer azia, cansaço ou mal-estar. Por isso, é importante ficar atento a pressão ou aperto no peito, falta de ar, suor frio, náuseas, tontura, palpitações e fadiga fora do normal, além de desconforto que pode irradiar para braço, costas, pescoço ou mandíbula.

Também é essencial reconhecer sinais de alerta relacionados a vasos: fraqueza ou dormência em um lado do corpo, fala enrolada e alteração súbita da visão (sugere AVC) e dor nas pernas ao caminhar que melhora ao parar, pés frios e feridas que demoram a cicatrizar (pode indicar doença arterial periférica). Se houver dor no peito persistente, falta de ar intensa, desmaio ou sintomas neurológicos súbitos, a orientação é procurar atendimento de urgência.

TRATAMENTOS

O tratamento do risco cardiovascular no diabetes vai muito além de “baixar a glicose”. O foco é reduzir a chance de infarto, AVC, insuficiência cardíaca e doença renal com um plano completo e contínuo: controle rigoroso da pressão arterial, metas mais seguras de colesterol (principalmente LDL), cessação do tabagismo, atividade física regular, alimentação com menos ultraprocessados e ajuste de peso.

Na parte medicamentosa, além do controle glicêmico, muitas diretrizes priorizam, quando indicado, terapias com benefício cardiovascular e renal em pessoas com diabetes e alto risco, como inibidores de SGLT2 e agonistas de GLP-1, escolhidos conforme o perfil do paciente (presença de doença cardiovascular, insuficiência cardíaca ou doença renal). Também é comum o uso de estatinas e tratamento precoce da hipertensão (frequentemente com IECA/BRA quando apropriado), além de antiagregantes em situações específicas definidas pelo médico.

PRINCIPAIS EXAMES

No diabetes, muitos problemas vasculares evoluem sem sintomas, então os exames têm um papel central para mapear o risco cardiovascular e agir antes do infarto ou AVC. Na prática, a avaliação costuma começar por checagens simples e regulares, como pressão arterial, exames de sangue e rim, e avança para exames do coração e dos vasos conforme o perfil do paciente e a presença de sintomas.

Entre os principais, estão o lipidograma (colesterol e triglicérides) para definir metas de LDL, a função renal (creatinina/eGFR) e a urina com relação albumina/creatinina, porque rim e coração caminham juntos no diabetes. Também entram o eletrocardiograma e, quando indicado, o ecocardiograma e testes de esforço/imagem para investigar falta de ar, dor no peito ou queda de rendimento.

Em alguns perfis, as diretrizes também consideram rastreios adicionais para reduzir risco futuro, como avaliação de doença arterial periférica (por exemplo, Índice Tornozelo-Braquial) e, em cenários selecionados, marcadores como peptídeos natriuréticos (BNP/NT-proBNP) para triagem de risco de insuficiência cardíaca.

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