Taquicardias e bradicardias
Taquicardias e bradicardias são alterações do ritmo do coração que mudam a frequência dos batimentos. A taquicardia acontece quando o coração bate mais rápido do que o esperado em repouso, podendo causar palpitações, falta de ar, tontura, desconforto no peito e sensação de ansiedade. Ela pode ser desencadeada por estresse, febre, desidratação, anemia, excesso de cafeína, problemas da tireoide e também por arritmias específicas que precisam de avaliação. Já a bradicardia é quando o coração bate mais lento do que o normal. Em pessoas treinadas, pode ser algo fisiológico e sem sintomas, mas quando vem acompanhada de fraqueza, sonolência, tontura, escurecimento da visão ou desmaios, pode indicar falha na condução elétrica do coração ou efeito de medicamentos.
O ponto mais importante é que nem toda frequência alta ou baixa é doença, mas quando há sintomas, episódios repetidos ou queda de desempenho, a investigação com exame clínico e registros do ritmo, como eletrocardiograma e Holter, ajuda a identificar a causa e definir o tratamento. Dor no peito, falta de ar intensa ou desmaio são sinais de alerta e exigem avaliação imediata.
Clínica de Cardiologia e Psiquiatria
A Oncore é referência em Penápolis-SP no diagnóstico e no tratamento de taquicardias e bradicardias, oferecendo uma avaliação completa para identificar com precisão a causa dos batimentos acelerados ou lentos. Com exame clínico criterioso e recursos de monitorização do ritmo, a equipe diferencia situações benignas de arritmias que exigem cuidado, definindo um plano individualizado para controle dos sintomas e prevenção de complicações. O acompanhamento é contínuo e orientado por metas claras, sempre com foco em segurança, qualidade de vida e tranquilidade para o paciente.
SINTOMAS
Os sintomas de taquicardias e bradicardias variam conforme a intensidade da alteração do ritmo e a condição de saúde da pessoa. Na taquicardia, é comum sentir palpitações, batimentos acelerados ou “descompassados”, falta de ar, cansaço fora do habitual, aperto no peito, tremores, sudorese, ansiedade e tontura, principalmente durante esforço ou em momentos de estresse. Já na bradicardia, os sinais mais frequentes são fraqueza, sonolência, queda de energia, dificuldade para se concentrar, tontura, escurecimento da visão ao levantar e, em casos mais importantes, sensação de desmaio ou desmaios.
Sinais como dor no peito persistente, falta de ar intensa, confusão, desmaio ou palpitações com mal-estar forte precisam de avaliação imediata, porque podem indicar arritmia com risco e exigem investigação rápida.
TRATAMENTOS
O tratamento das taquicardias e bradicardias depende da causa e do impacto dos sintomas, porque nem todo batimento rápido ou lento significa doença. O primeiro passo é identificar o que está desencadeando a alteração do ritmo, como estresse, febre, desidratação, anemia, distúrbios da tireoide, uso de estimulantes (cafeína, energéticos, alguns medicamentos) ou problemas do próprio sistema elétrico do coração. Corrigir esses fatores muitas vezes já melhora o quadro.
Nas taquicardias, o tratamento pode incluir mudanças de hábitos, controle de gatilhos e medicações para reduzir a frequência ou estabilizar o ritmo. Em alguns tipos de arritmia, quando as crises são frequentes ou limitam a vida do paciente, pode ser indicado tratamento por procedimento, como ablação por cateter, que atua no foco responsável pela arritmia. Já nas bradicardias, quando há sintomas como tontura e desmaios ou sinais de falha na condução elétrica, o médico pode ajustar medicamentos que estejam reduzindo demais a frequência e, em casos específicos, indicar marcapasso para manter o ritmo em níveis seguros.
O acompanhamento com exames de ritmo é essencial para definir a estratégia certa e evitar complicações. Dor no peito, falta de ar intensa ou desmaio devem ser avaliados com urgência.
PRINCIPAIS EXAMES
1) Eletrocardiograma (ECG)
É o exame mais direto para registrar o ritmo e confirmar se o coração está acelerado, lento ou irregular.
2) Holter (24–48h)
Monitor portátil que grava o ritmo durante o dia a dia e detecta alterações que “não aparecem” no ECG do consultório.
3) Monitor de eventos / Telemetria / Loop recorder (quando os episódios são raros)
Indicado quando os sintomas são intermitentes; pode registrar por semanas ou até mais tempo, aumentando a chance de “capturar” a arritmia.
4) Ecocardiograma
Avalia estrutura e função do coração (câmaras, valvas, fração de ejeção) e ajuda a identificar se há doença estrutural associada às arritmias.
5) Teste ergométrico / teste de esforço
Útil quando os sintomas aparecem no esforço ou para investigar alterações de condução e arritmias relacionadas à atividade física.
6) Tilt test (teste de inclinação)
Usado principalmente em investigação de tonturas e desmaios, para avaliar queda de pressão e respostas do sistema nervoso que podem simular ou desencadear alterações do ritmo.
7) Exames de sangue (para causas e gatilhos)
Checam causas que pioram o ritmo, como alterações de potássio/eletrólitos, função da tireoide, anemia e outros conforme o quadro clínico.
8) Estudo eletrofisiológico (casos selecionados)
Exame invasivo indicado quando é preciso mapear a arritmia e definir tratamento específico (ex.: ablação), conforme orientação do cardiologista.
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