ARRITIMIA
Arritmia é uma alteração no ritmo do coração, quando ele passa a bater mais rápido, mais lento ou de forma irregular. Pode causar sintomas como palpitações, falta de ar, tontura, cansaço e, em alguns casos, desmaio. Nem toda arritmia é grave, mas todas merecem avaliação médica para identificar a causa e definir o melhor acompanhamento, que pode incluir exames como eletrocardiograma e Holter.
Cada batimento importa!
A arritmia pode ser perigosa porque, dependendo do tipo, pode aumentar o risco de derrame, favorecer desmaios por queda momentânea da circulação, piorar o funcionamento do coração ao longo do tempo e, em casos mais graves, levar a ritmos ameaçadores à vida, associados à parada cardíaca.
Se você sente palpitações frequentes, tontura, falta de ar, dor no peito ou já teve desmaio, vale procurar avaliação cardiológica e exames como eletrocardiograma e Holter para identificar a causa e tratar com segurança.
PERIGO DA ARRITIMIA
É PRECISO INVESTIGAR QUANDO SENTIR ALGUNS SINTOMAS
Os sintomas de arritmia podem variar bastante, mas os mais comuns são palpitações (sensação de coração acelerado, “falhando” ou batendo irregular), tontura ou sensação de desmaio, falta de ar, cansaço fora do normal, fraqueza e desconforto no peito. Em alguns casos, a arritmia pode ser silenciosa e só aparecer em exames como eletrocardiograma ou Holter.
O que considerar em relação à arritmia?
Em relação à arritmia, vale levar em consideração principalmente os pontos abaixo. Eles ajudam a entender o risco, orientar a investigação e definir a melhor conduta junto ao médico.
Tipo e gravidade
Tipo e gravidade
Nem toda arritmia é perigosa. Algumas são benignas e só precisam de acompanhamento; outras aumentam risco de complicações e exigem tratamento específico.
Sintomas associados
Sintomas associados
Palpitações, falta de ar, tontura, fraqueza, dor/pressão no peito e sensação de desmaio ajudam a “medir” o impacto da arritmia e a urgência da avaliação.
Duração, frequência e gatilhos
Duração, frequência e gatilhos
Anote quando começa, quanto dura, se acontece em repouso ou esforço e se tem gatilhos (cafeína, álcool, estresse, falta de sono, alguns medicamentos e drogas). Isso orienta o diagnóstico e a conduta.
Risco de AVC e necessidade de prevenção
Risco de AVC e necessidade de prevenção
Algumas arritmias, como a fibrilação atrial, podem elevar o risco de AVC e, em certos perfis, pode ser necessária estratégia de prevenção (ex.: anticoagulação), definida pelo médico.
Contexto clínico
Contexto clínico
A presença de doença cardíaca, pressão alta, problemas de tireoide, alterações de eletrólitos, apneia do sono e histórico familiar muda o risco e o plano de investigação.
Sinais de alerta (procure urgência)
Sinais de alerta (procure urgência)
Se as palpitações vierem com dor no peito, falta de ar importante, tontura intensa ou desmaio, procure atendimento imediato.
CONTATO
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