DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA

A Doença Arterial Coronariana (DAC) acontece quando as artérias coronárias, que levam sangue e oxigênio para o coração, vão ficando estreitas por causa do acúmulo de placas de gordura (aterosclerose). Com menos sangue chegando ao músculo cardíaco, podem surgir sintomas como angina (dor/pressão no peito) e, em casos de obstrução importante, infarto.

Muitas vezes a DAC evolui de forma silenciosa por anos, e o risco aumenta com pressão alta, colesterol elevado, diabetes, tabagismo, sedentarismo, obesidade e histórico familiar. Quando aparecem sinais, os mais comuns são aperto no peito, falta de ar, cansaço fora do habitual e desconforto que pode irradiar para braço, costas, pescoço ou mandíbula, principalmente aos esforços.

Clínica de Cardiologia e Psiquiatria

A Oncore é referência em Penápolis-SP no diagnóstico e no tratamento da Doença Arterial Coronariana, oferecendo uma avaliação cardiológica completa para identificar precocemente alterações nas artérias do coração e reduzir o risco de angina e infarto. Com exames direcionados e acompanhamento contínuo, a equipe define um plano de cuidado individualizado, unindo controle rigoroso de fatores como pressão, colesterol e diabetes, orientação de hábitos e tratamentos clínicos quando necessários. O foco da Oncore é claro: diagnosticar com precisão, tratar com segurança e conduzir o paciente com prevenção e qualidade de vida.

SINTOMAS

A Doença Arterial Coronariana pode ser silenciosa por anos, mas quando dá sintomas, o mais comum é a angina, um desconforto no peito que aparece porque o coração passa a receber menos sangue e oxigênio. Essa sensação costuma ser descrita como aperto, pressão, peso ou queimação no centro ou lado esquerdo do peito e pode irradiar para braço (principalmente o esquerdo), ombros, costas, pescoço ou mandíbula. Também é frequente vir junto falta de ar, cansaço fora do habitual, suor frio, náuseas, tontura e mal-estar, principalmente durante esforço físico ou estresse.

Um sinal de alerta importante é quando a dor passa a surgir em repouso, fica mais forte, dura mais tempo ou vem acompanhada de falta de ar intensa, desmaio ou fraqueza, porque pode indicar um quadro instável e risco de infarto, exigindo avaliação imediata.

TRATAMENTOS

O tratamento da Doença Arterial Coronariana (DAC) tem dois objetivos: aliviar sintomas (como angina) e reduzir o risco de infarto e AVC, evitando a progressão das placas nas artérias do coração. Em geral, ele combina mudanças de estilo de vida, medicações de proteção cardiovascular e, quando necessário, procedimentos para melhorar o fluxo sanguíneo nas coronárias.

Na base do tratamento estão os hábitos que mudam o prognóstico, como parar de fumar, controlar pressão, diabetes e colesterol, manter atividade física orientada e alimentação cardioprotetora. A reabilitação cardíaca, quando indicada, ajuda a recuperar condicionamento com segurança e melhora adesão ao plano de cuidado.

As medicações são escolhidas conforme o perfil do paciente e podem incluir remédios para proteção (como terapias para baixar LDL e reduzir eventos cardiovasculares e, em casos selecionados, antiagregantes) e remédios para controle da angina, como nitratos e outras classes antianginosas, ajustadas pelo cardiologista.

Quando há obstruções importantes, sintomas persistentes apesar do tratamento clínico ou situações de maior risco, pode ser indicado cateterismo e tratamento por angioplastia com stent ou cirurgia de revascularização (ponte de safena), conforme anatomia das coronárias e gravidade do caso.

Se houver dor no peito nova ou piorando, em repouso, com falta de ar, suor frio, náuseas ou desmaio, isso é sinal de alerta e precisa de avaliação imediata.

PRINCIPAIS EXAMES

Avaliação clínica + exame físico
É o ponto de partida para entender o padrão da dor/dispneia, fatores de risco e definir quais exames realmente são necessários.

Eletrocardiograma (ECG)
Exame básico e rápido para detectar alterações compatíveis com isquemia, arritmias e orientar conduta, especialmente em dor no peito.

Exames de sangue (quando há suspeita de evento agudo)
Marcadores como troponina ajudam a diferenciar angina/instabilidade de outras causas e a identificar infarto.

Teste ergométrico (teste de esforço)
Avalia sintomas e alterações durante esforço; pode ser útil em casos selecionados, conforme perfil de risco.

Testes de estresse com imagem (quando indicado)
Incluem ecostress, cintilografia de perfusão miocárdica e ressonância de estresse, para detectar isquemia com maior precisão em muitos cenários.

Angiotomografia coronária (TC de coronárias / CCTA)
Exame não invasivo que mostra placas e estreitamentos nas coronárias; muito usado na investigação de DAC.

Escore de cálcio coronariano (CAC)
Ajuda a estimar presença de aterosclerose e refinar risco em prevenção/estratificação, conforme indicação.

Ecocardiograma
Avalia função do coração, valvas e possíveis repercussões da isquemia; pode complementar a investigação.

Cateterismo com coronariografia (angiografia invasiva)
Visualiza diretamente as coronárias e define necessidade de intervenção (stent/cirurgia) em casos de maior risco ou sintomas persistentes.

 

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