doença coronARIANA
As doenças coronárias acontecem quando as artérias do coração ficam estreitadas ou obstruídas por placas de gordura, reduzindo a passagem de sangue e oxigênio para o músculo cardíaco. Isso pode causar dor ou aperto no peito, falta de ar, cansaço e, em casos mais graves, levar ao infarto.
O ponto mais importante é que muitas vezes elas se desenvolvem de forma silenciosa, por isso prevenção e acompanhamento cardiológico fazem diferença: controlar pressão, colesterol, diabetes, parar de fumar e manter hábitos saudáveis reduz muito o risco.
Uma doença silenciosa
A doença coronária é perigosa porque pode evoluir de forma silenciosa e, quando dá sinais, pode já estar avançada. O maior risco é a redução súbita do fluxo de sangue para o coração, o que pode causar infarto, arritmias graves e até morte súbita.
Além disso, mesmo sem infarto, a falta de irrigação adequada pode enfraquecer o coração ao longo do tempo, levando à insuficiência cardíaca, com cansaço, falta de ar e limitação nas atividades do dia a dia. Por isso, identificar cedo e tratar corretamente faz toda a diferença.
CUIDADOS COM O COLESTEROL
IMPORTÂNCIA DO ACOMPANHAMENTO DE PERTO
Cuidar do colesterol é cuidar das artérias e do coração. Manter uma alimentação equilibrada, reduzir frituras e ultraprocessados, aumentar fibras (frutas, verduras e grãos), praticar atividade física e controlar peso e estresse são atitudes que ajudam a melhorar o colesterol e reduzir o risco de infarto e derrame. E o mais importante: fazer exames periódicos para acompanhar os níveis e, quando necessário, seguir o tratamento indicado pelo médico.
Colesterol e saúde do coração
Cuidar do coração em relação ao colesterol é, na prática, reduzir o risco de entupimento das artérias (aterosclerose) — e o principal vilão costuma ser o LDL (colesterol “ruim”).
Acompanhe o LDL pelo seu risco cardiovascular
Acompanhe o LDL pelo seu risco cardiovascular
As metas mudam conforme histórico e fatores de risco. Em diretrizes brasileiras recentes, as metas podem ir de <70 mg/dL (alto risco) a <50 mg/dL (muito alto) e <40 mg/dL (extremo), além de buscar redução ≥50% em grupos de maior risco.
Alimentação que protege artérias
Alimentação que protege artérias
Reduzir gordura saturada (manteiga, queijos, carnes gordas, embutidos) e evitar trans ajuda a baixar LDL.
Atividade física regular
Atividade física regular
Objetivo clássico é 150 min/semana de atividade moderada (ou equivalente).
Quando o risco é alto, remédio pode ser necessário
Quando o risco é alto, remédio pode ser necessário
Se já há doença cardiovascular ou risco alto, medicação pode ser necessária. Estatinas são base e, quando não basta, pode haver combinação com outras medicações para atingir meta (ex.: ezetimiba/PCSK9, conforme indicação).
Exames e acompanhamento: risco é “conjunto”
Exames e acompanhamento: risco é “conjunto”
Faça exames e siga com acompanhamento: perfil lipídico, controle de pressão, glicemia, peso e hábitos (tabagismo/álcool) — porque o risco é “conjunto”, não só um número.
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